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Ação SAN (Madrid) 5.481 | 0.0% | 18:01

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26/10/2017

Resultados 3T2017

O Santander lucra 5.077 milhões nos primeiros nove meses, mais 10%, depois de destinar 515 milhões para encargos extraordinários

Madri, 26 de October 2017. O Banco Santander obteve um lucro atribuído de 5.077 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2017, representando um incremento de 10% face ao mesmo período do ano anterior, após destinar 515 milhões de euros para encargos extraordinários. O crescimento do resultado ocorreu graças ao aumento na qualidade e à recorrência das receitas, juntamente com o controle de custos e uma melhoria na qualidade do crédito.

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O Grupo continuou mostrando tendências positivas em todos os mercados, com subidas nas receitas em oito dos dez mercados principais. A margem bruta aumentou 12%, para 36,33 bilhões de euros (+10% em euros constantes). A margem de juros e as receitas por comissões subiram 12% e 15%, respectivamente (10% e 12% em euros constantes).

No terceiro trimestre, o Grupo obteve encargos não recorrentes de 300 milhões de euros pela integração do Banco Popular (anunciados no momento da aquisição), de 85 milhões de euros, principalmente pela integração da unidade varejista e da área de consumo na Alemanha, e de 130 milhões de euros por empresas participadas, ativos intangíveis e outros motivos. Sem estas rubricas extraordinárias, o lucro ordinário foi de 5.592 milhões de euros, mais 14% em euros constantes (ou seja, excluindo o impacto das taxas de câmbio).

O Santander continuou apoiando o progresso das pessoas e das empresas durante este período. O número de clientes vinculados (pessoas que consideram o Santander o seu banco principal) aumentou 1,7 milhões nos últimos doze meses, para 16,5 milhões (sem o Banco Popular), enquanto o crédito e os recursos de clientes incrementaram 1% e 8%, respectivamente, em euros constantes.

Os clientes que utilizam serviços digitais aumentaram mais de quatro milhões nos últimos 12 meses, para 24,2 milhões (sem o Banco Popular). O avanço na transformação digital, juntamente com uma forte disciplina em custos, permitiu ao Santander continuar como um dos bancos mais eficientes do mundo, com um rácio de eficiência que permaneceu estável em 46,3% (sem o Banco Popular).

A diversificação entre mercados desenvolvidos e emergentes continua sendo uma das principais forças do Grupo, com crescimento do lucro ordinário em nove dos 10 mercados principais. Entre janeiro e setembro, a Europa contribuiu com 52% dos lucros e a América com 48%. A carteira de crédito também reflete esta diversificação, tanto geograficamente como por segmentos de negócio.
 

 

A qualidade do crédito continuou melhorando e a morosidade baixou para 4,24%, a partir de 5,37% de junho de 2017, devido principalmente ao acordo para vender a carteira de 30 bilhões de euros de ativos imobiliários do Banco Popular. Sem o Banco Popular, o rácio de mora reduziu para 3,51%.

O Grupo registrou importantes avanços em todas as principais métricas financeiras. Nos últimos 12 meses, o retorno sobre o capital tangível (ROTE) ordinário, uma medida chave de rentabilidade, aumentou 90 pontos-base para 11,8% (com o Banco Popular), um dos melhores do setor. O valor líquido contábil (TNAV) por ação aumentou 2% para 4,20 euros, e o lucro por ação subiu 6% para 0,316 euros (+11% tendo em conta o lucro ordinário).

O Santander continuou aumentando capital organicamente durante o período. O rácio CET 1 fully loaded aumentou oito pontos-base no trimestre, para 10,80%, ficando significativamente acima do requisito mínimo de capital regulatório previsto para 2019 (9,5%). Excluindo os extraordinários, o rácio de capital teria aumentado para 10,86%.
 

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